
Eu me vejo andado sem rumo, tão perdido de mim mesmo que não faço ideia de onde ficou meu ponto de partido.
Eu vejo rostos estranho lugares exclusivos e olhares esnobes.
Eu ignoro tudo que esta em volta isso não me pertence e não merece qualquer parada turística.
Eu não vejo o céu, pois não tenho vontade de olhar para cima, isso não me fará me sentir bem e nem pior do que já estou.
Eu posso esbarrar com conhecidos, mais nem eu mesmo me encontraria no meio desse mormaço. Esta escurecendo e percebo que a noite é mais um convite para uma longa caminhada, afinal não tenho um ponto final e nem mesmo um ponto de partida.
A única regra decorada é de que nenhum fingimento me fará chorar, e nenhuma idéia socialmente normal me fará parar de procurar a porta de saída desse mundo de mascaras e ideais competitivo...
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